Blog Babyfral

 

 

Evite pôr seu filho em risco

nas Compras ao Supermercado

 

 

 

Em nosso dia-a-dia, sabemos que a rotina de pai e mãe não é uma tarefa fácil, pois tudo o que fazemos, levamos em conta onde encaixar nossos filhos em todos os momentos. 

Assim, a Babyfral prepara essa super dica nas compras ao supermercado de como lidar com seus filhos, evitando risco de acidentes ou até pior (ninguém desejaria isso), sequestro deles.

Ir ao supermercado parece uma tarefa bem simples, bastando escolher os produtos e em seguida paga-los. Porém, quando essa ida é acompanhada de filhos, a situação muda completamente.

Tenha certeza de que sua atenção deverá ser redobrada. Por quê?

Porque seu filho pode estar em risco quando não está sob seus olhares, já que você, papai e mamãe, estão escolhendo o produto ou lendo alguma informação do mesmo. E muitas vezes, já vimos situações nas quais os pais posicionam, a criança junto com o carrinho de compras, nas costas.

E é exatamente nesse ponto que a Babyfral deseja compartilhar com vocês. Evitem isso! A melhor posição com certeza é posicionar para que esse carrinho esteja a sua frente, em linha com a sua visão frontal. Isso porque qualquer vulto estranho que estiver obstando em seu caminho a frente, facilmente será notado, por mais que seus olhos estejam voltados ao produto que deseja comprar.

Procure também ir de mãos dadas com os seus filhos, evitando assim que eles corram, podendo se machucar na quedas ou trombadas nas outras pessoas;  ou sumam da sua vista, pois esses baixinhos vão atrás do que gostam e não têm ainda a maturidade suficiente para medir os riscos de ficar longe dos pais. Soma-se a isso que certos produtos que eles pegam, podem se machucar, seja pelo peso, seja pela altura onde estão os mesmos, entre outros.

Saibam que esse simples gesto evita que estranhos se aproximem, pois os sequestadores adoram mirar em alvos fáceis: crianças soltas e desacompanhadas. Lembre-se de que existe o tráfico de crianças.

Imagine o nosso desespero quando os filhos somem. Por isso, caso seu filho tenha sumido, se acalme e acione imediatamente a central de atendimento ao cliente do local ou estabelecimento, para que faça o anúncio do nome da criança e assim localizar rapidamente.

Com todas essas dicas e medidas preventivas, a Babyfral espera que tenha contribuido de forma significativa para a segurança de seus filhos.

Até a próxima e mais dicas.

 

Equipe Babyfral.

 

 

Como estimular a confiança das crianças?

 

 

 

Como trabalhar a autoconfiança nos filhos de modo que se tornem autoconfiantes na vida adulta? Inicialmente, é preciso saber que não é possível que um adulto dê ou desenvolva a autoconfiança para seu filho, porque ela precisa ser auto-desenvolvida. O caminho é individual e intransferível, mas nós podemos instrumentalizar e oferecer oportunidades para nossas crianças. A autoestima para uma criança tem um papel diferente do que para um adulto. Um lar saudável e pais carinhosos lhe trazem a sensação de serem amadas e acolhidas. Quanto mais exemplos positivos ao seu redor, mais saudável será sua autoestima e melhor será suas relações com os outros.

 

1) Seja você
Não é possível dar oportunidade às nossas crianças, criar um ambiente para que elas possam desenvolver autoconfiança, sem que você tenha desenvolvido a sua. Essa história de dizer que "vou dar para meu filho tudo aquilo que não tive na minha infância", neste caso não funciona. A gente não dá aquilo que não tem ou não teve. Além disso, as pessoas precisam viver o que têm para viver. Então não compense nada nos seus filhos e seja o melhor pai ou a melhor mãe que você puder ser.

 

2) Crie intimidade com sua criança
Como fazer isso? Não é dando banho, não é pondo para dormir. A intimidade vem do olho no olho. É importante olhar para seu filho e estar disponível. Quando a criança olha para os pais e a família faz atividades, - almoçar, passear, jogar - cria-se um fluxo de energia positiva e de amor. Quando ela contar novidades da escola, olhe em seus olhos, não escute simplesmente. Diga o quanto ela é importante para você, o quanto a ama. Lembre-se: a qualidade do seu tempo é mais importante que a quantidade.

 

3) Dê oportunidade para fazer pequenas tarefas
Comece a envolver a criança nas atividades de casa. Mesmo que tenha muitos empregados, ela precisa arrumar a cama ou a gaveta, enxugar a louça, guardar a roupa no armário. Porque ela colabora e faz parte dessa família. É muito ruim quando a criança é mimada e não precisa. Ao invés de se sentir pertencendo, ela não pertence, porque não tem que fazer nada. Nós valemos pela nossa utilidade. Então, o "tão útil eu sou" ou "me sinto" ajuda a construir minha autoestima.

 

4) Elogie sempre
Seja verdadeiro(a). Não faça como a "mãe coruja"; reconheça, olhe para a criança, veja os talentos e diga: "Eu gostei muito do que você falou, do seu jeito, de como você se comporta". Fale o que você viu verdadeiramente na criança, pois estará reconhecendo aquele talento. Elogio constrói autoestima. Porém, não deixe seu filho pensar que é o rei da cocada, pois somos todos iguais. Ele tem muito valor, mas não é pior nem melhor que ninguém. Hoje, vivemos uma crise moral no mundo porque mimamos nossos filhos. Esse valor precisa ser passado para as crianças para que elas construam uma autoconfiança legítima. Criança precisa de 50% de não, mas precisa também de 50% de amor.

 

5) Diga não
A criança precisa de limite, de referência. Os filhos esperam que a gente mostre como é ser gente, por isso, seja autêntico para seu filho. E a cada "não" que você disser, precisa dizer três vezes "sim" para o que realmente ele pode fazer. Se você dá essa referência, ele vai crescer sabendo seguir  as regras.

 

Fonte: Kiko e Kika.

 

 

Fábulas e Histórias

 

 

 

A importância da leitura para as crianças vai muito além do estímulo à imaginação. Ela contribui para o desenvolvimento da linguagem falada, facilita a aprendizagem da escrita, fortalece os laços entre pais e filhos, contribui para o desenvolvimento emocional e estimula a curiosidade, a criatividade e o interesse em conhecer novos 
livros e o mundo.

Para te ajudar nessa tarefa deliciosa, selecionamos quatro historinhas para você ler com os seus filhos:

 

1) A menina e o sapo
  (Marcia Paganini Cavéquia)

Nina, menina airosa, formosa como ela só. 
Bonito era ver Nina correr. 
Ora corria rápido, feito tufão, ora devagar, parecendo brisa. 

Nina corria pelo jardim. 
Nina caía no gramado. 
Nina fazia folia. E ria. 

À noite, cansada das travessuras do dia, a menina dormia. 

Certa vez, enquanto passeava pelo jardim, Nina viu um sapo. 
Sapo também viu Nina. 
"Será que, se Nina beijar o sapo, sapo vira príncipe?" 
Nina não sabia, mas ficava imaginando como isso seria. 

Nina beijou o sapo. 
Sapo continuou sapo. 
Não virou príncipe. 
Mas se apaixonou por Nina. 

Agora, onde Nina está, lá se vê o sapo apaixonado suspirando pela menina. 

Na cabeça do sapo, Nina é uma princesa-sapa, transformada em menina por uma terrível feiticeira.


2) Se é assim, assim será?
  (Silvinha Meirelles)

Tudo era bem normal lá em Santantônio da Lamparina. 

As crianças iam para a escola enquanto os pais trabalhavam. Todos riam, se divertiam e às vezes ficavam bem tristes também. Tomavam banho, soltavam pum e tinham coceira no pé, como toda gente em qualquer parte. 

Só tinha um detalhe, mínimo, insignificante, que deixava tudo com cara de esquisito e diferente: lá, o dia era escuro como a noite, e quando era noite era noite também. 

Os moradores estavam acostumados. Viviam à sombra da Lua, estudavam à luz de abajur, sabiam brincadeiras de escuro: gato-mia, cabra-cega, detetive... 

Os mais velhos diziam que lá sempre foi assim e que, se é assim, assim será até o fim. Sentiam-se cansados de imaginar como seria viver num lugar claro e diferente. Os mais jovens sonhavam e diziam que conhecer o Sol era o maior desejo que tinham no mundo, no universo. Um desejo infinito. 

Por que ninguém pensava em se mudar dali? Porque lá havia o mais lindo luar e o mais delicioso banho de mar e um povo com um sonho em comum. Às vezes, coisas assim são suficientes para nos fazer ficar. 

Num dia noite, chegou um, chegaram dois e mais três ou cinco equilibristas. Era uma família de artistas! Enquanto uns tocavam, os outros faziam lances incríveis, coisa de especialista! 

Há muito tempo o vilarejo não recebia visita tão animada. Os equilibristas estavam acostumados a se apresentar até o Sol raiar e estranharam: já se sentiam cansados e nada de o dia clarear. 
- O Sol não vai aparecer? 

E foi assim que souberam que em Santantônio da Lamparina o dia era tão escuro como a noite e que já estavam acordados fazia dois dias e meio. 

- Daí o nome da cidade? 
- Daí o nome. 
- Mas por que é assim? 
- Diz meu avô que o avô dele dizia que o seu tataravô ensinou que é assim porque sempre foi assim e assim será até o fim! 

Os artistas acharam aquela explicação meio fraquinha, de quem já cansou de procurar solução. Avisaram que por cinco dias escuros e quatro noites noites treinariam um novo número exclusivo e então voltariam para o espetáculo de despedida! 

Voltaram. Voltaram com o número mais arriscado e sensacional de equilíbrio, coragem e precisão já visto em toda a história da humanidade! 

Precisaram de muita concentração. Foram subindo, um sobre o outro e sobre o outro e sobre o outro e sobre outro ainda... Até que o menino equilibrista mais levinho e muito craque, com o braço bem esticado, atingiu o céu. Com a ponta do dedo fez um picote. Um pequeno rasgo no céu, por onde passou um facho de luz. 

Era mínimo, mas suficiente para iluminar de alegria e expectativa cada santantonio- lamparinense. Podiam saber como era o Sol, a luz e o calor que vinham do céu. 

Devagar o rasgo foi aumentando, sozinho, como furo de meia velha, que vai crescendo até virar um rombo... 

E um dia, Santantônio da Lamparina amanheceu toda e completamente iluminada! Os moradores, que nem tinham venezianas e cortinas, acordaram sobressaltados com tanta luz. Festejaram até o Sol raiar outra vez. Até hoje, não se cansam de ver o Sol nascer e depois o Sol se pôr e de novo o Sol nascer e mais uma vez o Sol se pôr. Acham graça, agradecidos.


3) Para contar estrelas
  (Dieter Mandarin)

- Pai, como é que a gente conta estrelas do céu? Perguntou Lelê. O pai, baixando o jornal, foi logo fazendo pose de explicação.
- Bem, existem equipamentos especiais para isso. Eles tiram fotos do céu e fazem medições. E tem o Hubble, que é o bambambã dos telescópios! Mas só os cientistas podem usá-lo. Então, cada um conta com o que tem à mão.
- Ah! Disse Lelê com admiração, mesmo sem ter entendido muito bem (ele ainda estava no segundo ano).

A mãe o chamou na cozinha para um lanche. Ele se sentou à mesa pensando ainda no que o pai tinha dito. Decidiu perguntar para ela também.
- Isso seu pai deve saber. Por que não pergunta para ele?
- Já perguntei. Ele falou várias coisas, mas não entendi direito: o que cada um tem nas mãos e...
- Ora, nas mãos a gente tem dedos! Por que você não conta nos dedos?, disse a mãe, que era bem mais esperta que o pai nos assuntos práticos.
- Hum..., pensou Lelê. Assim eu sei! E foi logo devorando o sanduíche.

Uns minutinhos depois, Lelê já estava no quintal. Olhava para o alto, bem fundo no céu de estrelas. Para começar, mirou a mais brilhante e passou a contar em voz alta: Um... Dois... Três..., recolhendo um dedo de cada vez. Chegou até dez. Olhou para as mãos, olhou para o céu. Suspirou. O problema é que ele tinha só dez dedos, e o céu tinha muito mais estrelas. Desanimado, sentou-se na varanda, apoiando o queixo nas mãos. 

Sua avó, que sempre observava tudo bem quietinha, foi lá falar com ele.
- O que foi, filho?
- Nada...
- Hum. Sabe, eu conheço um jeito de fazer caber todas as estrelas na mão, de uma só vez. 

Lelê olhou desconfiado, mas ficou atento, esperando o resto da história.
- Está vendo as estrelas lá em cima? São tão pequenininhas, não é mesmo? Pois então. Basta você olhar bem para elas, como se fossem grãozinhos de areia. Daí você passa a mão, assim, por todo o céu, como se estivesse varrendo, e fecha de uma vez no final! Depois, chacoalha bem e põe em cima do coração, pegando emprestado um pouco da luz delas. 

Ela deu então uma piscadela e foi se levantando para entrar em casa. 
Lelê percebeu uma emoção estranha no peito, sentiu uma saudade imensa da avó, queria que ela morasse com ele para sempre. Desde então, sempre que tinha vontade, Lelê contava todas as estrelas do céu. E num punhado só.

 

4) O amigo de Juliana
  (Eva Furnari) 

Juliana tinha um amigo chamado Fungo. Ele morava na casa de bonecas e conseguia até ajeitar-se bem nas pequenas cadeiras e na caminha azul, apesar de ser mais gordo que elas. Fungo era talentoso. Escrevia poemas, histórias e desejava ser um grande escritor, porém sentia falta de um mestre. Juliana, definitivamente, não podia ser esse mestre, pois  aprendera a escrever havia pouco tempo. Além do mais, ultimamente a amizade deles andava estremecida, porque Juliana dava mais atenção às bonecas que a ele. 

Fungo não entendia qual era a graça que ela via naquelas bonecas mudas, sem cultura e sem  sentimentos. Fungo suspeitava que fossem mesmo burras, principalmente aquele boneco Tob, que parecia uma montanha de músculos inúteis, pois nem se trocar sozinho ele sabia. Era uma dependência total, um vexame, e Juliana é que precisava trocá-lo toda vez.

Numa certa madrugada, em que Fungo estava sem sono, viu jogado no chão o caderno de Juliana com uma redação assim:

"Minha familha
Minha familha é legal. Meu pai 
chama alfredo e minha mãe 
chama Denize. Eu tenho 6 ano."

Fungo leu e achou pobre, mal escrito, com cinco erros de português, além da falta de estilo. Num ato de ousadia arrancou a página e reescreveu a redação do jeito que ele achava que ficava melhor:

"Minha Família.
Minha Família, com muito orgulho, é a mais linda que existe. 
Meu pai, de nome Alfungo, é bonito, forte, tem orelhas pontudas, dentes 
enormes, belíssimos cabelos verdes e faz um lindo par com minha mãe, Fenize,
que apesar do rabo curto, é tão incrivelmente peluda, que tem pelos até nos coto-
velos e na ponta do nariz. Eu ainda sou jovem, tenho apenas 190 anos."

Fungo foi dormir orgulhosíssimo de sua redação, feliz com a chance de receber comentários da professora de Português de Juliana, essa, sim, uma verdadeira mestra.

No dia seguinte, a amiga voltou furiosa da escola e proibiu Fungo de escrever uma linha que fosse em seus cadernos, pois os colegas da classe tinham achado que ela estava maluca por escrever tais bobagens. Chateado, Fungo recolheu-se à sua casinha e esperou anoitecer.

Quando Juliana finalmente adormeceu, ele foi silenciosamente até a mochila, apanhou o caderno da menina e leu o comentário da professora:

"Redação muito criativa, cheia de imaginação e bem escrita, precisa apenas caprichar mais na letra. Nota dez."

Fungo adorou, achou o máximo e pensou até em entrar para a escola. Claro, só quando a Juliana se acalmasse. Talvez pudesse ficar na classe dentro da mochila, já que os adultos com certeza não iriam entender um monstro culto como ele querendo assistir aula.

 

 

Fonte: Kiko e Kika.

 

 

Brincadeiras Sensoriais para Bebês

 

 

 

Você já ouviu falar em Montessori? Este é um método criado por uma educadora chamada Maria Montessori, que mudou os rumos da educação tradicional. O método leva em consideração as fases de desenvolvimento infantil e as diferenças individuais, preocupando-se com o corpo e o espírito da criança e com sua adaptação à vida.

Abaixo listamos algumas brincadeiras sensoriais para você aplicar o método com o seu bebê:

 

1. Descoberta Sensorial com Gel
Basta colocar gel num saco plástico, misturar alguns objetos coloridos ou interessantes (como olhinhos, ou lantejoulas, por exemplo), e colocar o bebê para interagir. Você também pode colar o saco plástico na parede, para estimular o bebê a andar.

 

2. Observar a natureza
Uma forma bem mais simples de brincar, que não requer nenhum tipo de material, é simplesmente garantir que os bebês tenham contato com a natureza. Mãos nas pedrinhas, mãos nas folhas, sentir o vento, ouvir os pássaros. Tudo isso é aprendizagem. 

 

3. Brincar nas poças de chuva
Outra brincadeira que envolve a natureza é simplesmente deixar as crianças brincarem com a chuva. Aproveitar as poças e pular, é um exemplo.

 

4. Colar e descolar pompom no papel contact
Para esta brincadeira, você também pode prender o contact na parede, para que o bebê tenha que se levantar para brincar. Depois, dê ao bebê algumas bolas de algodão e deixe-o colar e descolar do contact.

 

5. Colar e descolar post-it
Você pode encher um espaço, no chão, na mesa ou em alguma cadeira, com diversos post-its e a criança é estimulada a colar e descolar cada um deles, exercitando o movimento de pinça, onde o indicador e o polegar são usados para pegar os objetos.

 

6. Brincar com algodão e um pote
Outra coisa que você pode fazer é deixar o bebê explorar alguns materiais. Sempre com supervisão para não deixá-lo engolir o que não deve. Nesta fase já dá para começar a falar “isso na boca não. Não é comida.” Um material simples de ter em casa e bom de explorar é o algodão. Em um primeiro momento, você pode dar apenas bolas de algodão e um pote vazio para ele brincar.

 

7. Brincar com algodão molhado
Melhore a brincadeira do algodão colocando água no pote. As sensações serão completamente diferentes.

 

8. Explorar uma “Caixa de Arroz”
Outra brincadeira interessante é encher uma caixa com arroz e colocar brinquedos dentro dela, para a criança brincar. Fique sempre por perto para que ela não leve os objetos e o arroz à boca. Se acontecer, (porque ela precisa usar a boca como parte do processo dela de entendimento de que objeto é esse), o que deve acontecer é que ela simplesmente não vai gostar e não vai colocar mais. E se engolir um ou outro grão, não tem problema porque é apenas arroz. Lógico que não é para a criança deixar o arroz cru do pote virar uma refeição! É hora de explicar que certas coisas não devem ficar indo a boca.

 

9. Mexer com Areia
Explorar a areia, seja da pracinha, seja um ambiente que tenha areia comestível, também é muito bom!

 

10. Mexer com Massinha
Por último, uma brincadeira que faz muito sucesso com as crianças é mexer com massinha! Aqui tem um vídeo explicando como fazer massinha caseira comestível.

 

 

Fonte: Tempo Junto.

 

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